Eu e o Outro
Toda a vida verdadeira é encontro. O facto fundamental da existência humana não é o indivíduo enquanto tal, nem a colectividade enquanto tal. Ambas as coisas consideradas em si mesmas não são senão formidáveis abstracções. O facto fundamental da existência humana é o homem como homem. (...) O outro não é apenas alguém que temos do nosso lado, mas alguém sem o qual eu não seria eu."
M. Buber

18 Comments:
Mensagem vinda da Priscila (porque ela não consegue comentar):
Prometo que amanhã vou conseguir ler o que está escrito aqui!!..Estou tão mal depois da aula de ed.física, que só consegui ler a última frase. Mas quero dizer, que as pessoas que estão diariamente ao nosso lado, sao-nos indispensaveis, pois é com elas que nós cometemos erros, e assim aprendemos a viver!! beijokas***********
Agora este comentário é mesmo meu..só para avisar lol. E atenção, é só para vos dar apoio moral para vocês também escreverem! Ok?
Eu concordo com este texto. A verdade é mesmo essa, termos como colectividade ou indivíduo são apenas abstracções da realidade. Só existindo é que conceitos como esses ganham sentido. Tal como é referido, a vida do indíviduo não seria a mesma existindo por si só. É necessário haver um outro, que lhe dê sentido e realidade. Mostrando como exemplo a minha própria realidade humana, eu não teria qualquer conceito de quem sou ou do que me rodeia não fosse a existência de outrem. Isto tem obviamente a ver com a sociabilidade do homem quanto à sua vida em sociedade, e à sua dependência da mesma. Tudo o que aprendemos desde pequenos até à idade adulta, é-nos ensinado por outras pessoas. Obviamente aprendemos também através da nossa própria experiência pessoal, mas nada que se aproxime com o que aprendemos das outras pessoas que nos rodeiam.
Por isso mesmo, a vida verdadeira é o encontro, pois não seriamos "alguma coisa" sem a existência de outros, nem os outros seriam sem a nossa.
Não sei se me expliquei muito bem, mas fiz o meu melhor (pelo menos o melhor que se pode fazer cansada depois de uma aula de EF..^^). Agora é a vossa vez!
Bem, o meu comentário vai ser bem pior e mais pequeno que o da Silvia...
Concordo plenamente com o texto. Eu não seria eu se tivesse outros amigos e outra família. O Homem é um animal sociável, logo aprende não só das suas próprias experiências mas também do contacto com os outros, e com o que os outros lhe transmitem.
Desde que nascemos que estamos em contacto com os outros, e sem o qual não estariamos completos.
Acho que já me fiz perceber... Ah e outro A+ para a Silvia por ter posto musica d fundo aqui no blog! MANAMANA!
Ó Cátia, não foste nada ridícula!
Tem alguns erros, mas também quem não se engana? Confundiste o presente com o conjuntivo de acontecer e deu uma coisa gira. O que querias "era acontece".
Continuem! Vamos bem!
Hey, estou a gostar dos comentários! Bom trabalho pessoal! A sério! :)
Ao menos não me dão barra depois do trabalho para pôr a música do Manamana! Obrigada! :)
Olá! Silvia, foi uma optima ideia pôr a música dos marretas no blog, passou a ser a música da turma 11ºA e isto fica para a história! lool
Bem agora em relação ao texto =), gostei do que li e é bem verdade o que o texto diz, quem seriamos nós sem aqueles que nos rodeiam.
Sozinhos tenho a certeza que não teriamos tanta força para encararmos o futuro!Já vem de Adão a noção de humanidade,por isso desde de muito cedo que nós, individuos, fomos feitos para contar com o outro. O homem se fosse visto como um só não teria capacidade para construir a sua própria civilização, pois não tinha ninguém para compartilhar interesses e ideias logo é necessário existir o "outo" para uma melhor realização pessoal e social.
Muitos comentários!
Muito bem malta! ;)
(não resisti tinha de comentar outra vez...)
Bem la tinha q ser, tenho msm de vir comentar aqui o post...acho piada pq toda a gente q comentou tem a msm opiniao e q cada comentario complecta o q vem antes...esta realmente intereçante pois ao lermos todos os comentarios de seguida, abstraindo-nos das difrenças de expreçao escrita de cada um, parece um unico texto.
Para n sair da linha por todos desenhada vou, tambem, concordar cm o texto, ms claro n seria eu se falasse no mesmo sentido de todos. todos falaram e argumentaram a influencia q um ser humano tem na existencia de outro isto falando claro na aprendizagem e a forma cm os outros individuos nos formam psicologicamente, e tudo o q disseram e verdade, concordo plenamente. Ms eu interpreto o texto apenas de uma forma mais fisica e menos psicologica. "Toda a vida (Humana) e um encontro", pois sem um encontro n se poderia gerar a vida Humana, e "o facto fundamental da existencia humana n e o individuo enquanto tal, nem a colectividade enquanto tal." pois sem ambas o ser humano n existia, a vida humana n existia - o homem, cm individuo, apenas se reproduz cm a presensa de outro humano, colectividade. A ultima fraze apenas nos faz ver essa msm verdade, ao olharmos para o lado apercebemo-nos q cm individuos somos unicos ms q cm raça somos um colectivo q n existiria fisicamente sem a presença do outro, so mais tarde e q podemos aplicar o texto ao psicologico, ms isso ja os meus colegas observaram.
Aqui esta, espero q ter dado mts erros.
Esta e a minha interpretaçao do texto visto de uma forma menos sentimental, ms cm acima disse concordo com todos os comentarios por vcs escritos.
Pimpao o teu comentario esta bom, gostei mt de o ler, ms por favor da proxima usa pontuaçao, uma pessoa perde-se a ler o teu texto =P
Beijinhos e abraços para todos [[[]]] ***
Bem, achei muita piada ao facto de achares os nossos pontos de vista "sentimentais", mas sim, suponho que são um bocado.
Falando a sério, tenho de admitir que gostei de ler a tua opinião pois viste o texto de uma maneira que eu não tinha. Concordo contigo claro, já que o texto pode ser visto de um ponto completamente físico, tratando o "encontro" como um encontro físico e real. Assim sendo, a nossa própria existência depende, como tu bem disseste, da existência do outro.
E pronto, acho que é tudo :) Continuem a comentar porque estão todos a fazer um óptimo trabalho! :)
AI!!! Eu não sou lá muito boa nestas coisas de expressar-me, mas vou tentar dar o meu melhor.
Eu concordo com o texto, porque o ser humano não foi destinado a andar sozinho no mundo. Porque se assim fosse nós não estariamos aqui, o ser humano teria acabado no primeiro homem, isso não aconteceu e o ser humano procriou, ele aprendeu, viveu, errou e é devido a isso que somos o que somos, que sou o que sou. Sem a existência dos outros o homem seria oco, vazio, sem qualquer personalidade. Mas isso não aconteceu graças à nossa familia, amigos e ao mundo que nos rodeia, porque sem isso não haveria as coisas que mais gostamos.
Até não saiu muito mal. Se não gostarem mintam está bem?
Beijocas*************
Sim, vocês adivinharam...não tenho nada para fazer! Então o que é que eu faço, venho comentar o nosso lindo blogue! Ai pois é!
*cofi cofi*
A mensagem repete-se. A nossa existência seria nula sem a existência de outrem. Mas a verdade é a própria noção de quem somos também depende em larga escala dos outros. São aquelas pessoas com quem convivemos que nos dão uma ideia relativa da nossa personalidade, de como nos relacionamos com outra pessoa. Um exemplo muito prático. Se não existissem outras pessoas, como saberia eu que sou egoísta ou altruísta? Tímida ou extrovertida?
Assim sendo, é esse "feed-back" vindo do resto das pessoas que nos ajuda a formar opiniões sobre nós e sobre os outros. Sobre tudo o que nos rodeia e sobre tudo o que vivemos.
A verdade é que dependemos dos outros mais do que imaginamos. Nunca duvidamos que estará sempre alguém ao nosso lado para nos apoiar, animar e viver a vida connosco. Somos socio-dependentes (isto existe? lol). Grande parte da nossa vida, senão a maior, resume-se ao aspecto social. Não existiríamos sem os outros, não sobreviveríamos sequer. Temos necessidade de estar com outras pessoas, de saber as suas opiniões..não fossemos nós seres extremamente sociais.
E por isso volto a repetir, "nós" não existimos sem o "eles".
Último comentário..continuem a comentar porque estão no bom caminho! Parabéns a todos pelos óptimos comentários e por terem tido a coragem de escreverem o que pensam! :) Fiquem bem
Yey, finalmente vim aqui comentar "Eu e o Outro":
Esta citação passa-nos uma mensagem forte acerca daquilo que somos...em toda a nossa vida somos marcados por momentos que nos fazem felizes, que nos comovem, magoam e transformam; esses momentos são quase todos passados na companhia de alguém. Quer queiramos quer não estamos constantemente rodeados de pessoas e elas interferem sempre na nossa vida, na maneira como pensamos e agimos.
A amizade é sem dúvida algo muito importante na vida do Homem, pois precisamos de pessoas com quem partilhemos experiências, que nos ensinem, nos conduzam, nos alegrem vida fora.
Cada pessoa é especial e marca-nos sempre, pouco ou muito. Aquilo que cada pessoa que conhecemos nos deixa, acaba por construir a nossa própria identidade por todos os momentos que passámos, estamos a passar ou no futuro passaremos com elas.
E para acabar fica aqui outra citação:
"Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada. Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar."O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que lhe chamam o Presente.""
Beijokas pa tds***
Eu sou de acordo com este texto, de facto é verdade quem seria eu sem o outro?neste caso sem os meus amigos, pai, mãe, familiares!!!
È com o outro que se aprende as coisas boas e más no nosso dia á dia, é com o outro que aprendemos a dar valor ao que temos e ao que gostaríamos de ter!!!
o outro e fundamental na nossa vida sem ele não seríamos nada, não teríamos com quem falar, desabafar, embirrar, chatear, estar, divertir, conviver, isto é fazer as coisas do costume!!
Queria salientar está frase"o outro não é apenas alguém que temos do nosso lado, mas alguém sem o qual eu não seria eu" concordo plenamente com esta frase, eu mesma nunca seria a mesma pessoa sem ter as pessoas tenho a minha volta, seria completamente diferente do que sou hoje, porque o ser que eu sou hoje depende dos outros que me rodeiam da minha educação, dos meus amigos isto é de todos aqueles que me rodeiam.
De facto é verdade "toda a vida verdadeira é encontro" as pessoas vão e vem estamos sempre a cruzar a conhecer a conviver com pessoas novas, a ter experiências, opiniões, atitudes, comportamentos novos faz parte da nossa vida dai a eu diz que hoje em dia o outro é completamente fundamental na nossa vida!
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
oi!
bem foi tarde mas foi, peço desculpa.
Em relação ao texto posso dizer que concordo completamente com ele.
Toda a vida é feita de encontros e desencontros, de meras coincidências.
A existência humana não é feita apenas através do individuo e da colectividade, ou seja, tudo o que nos rodeia é que faz de nós o que somos hoje.
Mas como é claro sem individuos não haveria humanidade, logo é necessário uma interacção entre ambos os factos.
O homem para ser como é necessita de alguém como ele, um outro indivi
duo que o faça ter uma outra visão das coisas.
A meu ver o individuo é impoetante como é, com a sua personalidade, maneira de pensar e sobreviver, mas como individuo que necessita de um companheiro que faça dele o que ele é, precisa de alguem com quem aprender, com quem possa errar e aprender com os mesmos erros.
Ana Meneses
o eu e o outro tb se pode dizer qu etem a ver com isto:
"A amizade tem esse poder que afasta
os medos,
Desfaz amarras,
Sustém o golpe fatal,
Ampara a queda,
Reata as partes,
Clareia as sombras da alma,
Recobra as forças vacilantes
E faz começo o que já era fim".
sem o outro quem faria isto???
sandra caldas
Passou um mês. Acabou a conversa. Ou talvez não! Talvez este seja só um início de muitas conversas, de cada um com o outro e consigo próprio. Era bom!
Melhor era que levantássemos os olhos e víssemos os outros para além do mundo pequenino em que vivemos.
Os outros não se esgotam nos que nos rodeiam diariamente e nos fazem (in)felizes, ou a quem ocasionalmente somos capazes de proporcionar alguma (in)felicidade. O mundo lá fora é enorme e a pluralidade de indivíduos com quem nunca nos cruzámos não nos deve ser indiferente só porque não interferem directamente na nossa vida, só porque não lhes sabemos o nome, nem a existência.
A construção do Eu não pode depender exclusivamente do contacto com as três ou quatro dezenas de pessoas com quem nos cruzamos todos os dias (e de quem sentimos a falta se não cruzamos). Centrarmo-nos nesses poucos, muito importantes porque é na interacção com eles que nos construímos, pode significar que, afinal, não estamos a fazer mais do que olhar para o nosso próprio umbigo!
Só lendo o comentário da stora é que me apercebi como fechada e egocentrica era minha visão, e de mais alguns de vocês. Talvez por causa da nossa idade e da nossa pouco vivência centramo-nos no nosso pequeno mundo, pensando no outro como a nossa família, colegas, amigos..
Ainda o outro dia li uma frase que fez sentido e que penso ser completamente verdade.
"Tu não és original. Tu és o esforço conjunto de todas as pessoas com que te cruzaste".
Todas as pessoas, quer as conheça-mos quer não, interveem na nossa vida. O "outro" não se resume aquele pequeno grupo de pessoas. Cruzamo-nos com o "outro" de diversas maneiras. Não precisa de ser fisicamente, nem de o vermos. Olhemos para onde olhemos, vemos sempre coisas criadas e feitas por outras pessoas.
Sim, é verdade que grande parte da nossa vida resume-se ao tal grupo de pessoas, aquelas que são mais importantes e com as quais temos ligações mais fortes. Essas são as que mais nos influenciam. Tomamos as opiniões dessas pessoas como mais importantes das que não conhecemos. No entanto, não nos podemos resumir a simplesmente isso. Porque além disso, o nosso mundo não é apenas constituído por esse grupo mas sim por literalmente biliões de pessoas que não conhecemos nem fazemos a mínima ideia de quem são.
Penso que não temos noção como aquelas pessoas, o "outro" que não conhecemos, influência a nossa vida. Somos simplesmente demasiado egocêntricos. É a nossa própria natureza humana.
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